
Óptimo filme, que obedece, categoricamente, à estrutura dos 3 actos e chama a atenção dos espectadores desprevenidos. Tem bem presentes as particularidades do seu realizador Christopher Nolan que desenvolveu, juntamente com o seu irmão Jonathan Nolan, o argumento que, por vezes, baralha o espectador, apesar de toda a informação essencial para a compreensão da história ser dada pelas "pistas" lançadas durante a fragmentada narrativa.
Os bons desempenhos dos actores(Christian Bale, Hugh Jackman, Scarllet Johansson e Michael Caine) e a adequada fotografia correspondente à época vitoriana, completam este espectacular filme que retrata o que de facto pode ser a magia.
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